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Dias: 10 a 27 de abril de 2022

Horário: a divulgar

Locais: Ipirá, Pintadas, Conceição do Coité, Serrinha, Capim Grosso, Euclides da Cunha, Canudos e Uauá.

Modalidade: Presencial em praça pública

Ingresso: Gratuito

Classificação: Livre

Sonhos - o que restou de nós depois da tempestade

“Sonhos” é um espetáculo de rua, itinerante, que leva o público num passeio pela história do Teatro Popular de Ilhéus, suas montagens, suas estéticas e seus sonhos. A carroça do espetáculo “Uma certa Mãe Coragem” (2019) conduz o público e atores por três espaços distintos: O museu, o voo e o sonho. No museu estão recortes de uma memória em processo de construção. Cenas, personagens, músicas, figurinos, adereços e falas iniciais de alguns dos mais importantes espetáculos do grupo, desde 1995, na voz dos atores e atrizes que viveram as personagens. O voo é a representação da vivência do grupo na Tenda, seu espaço cultural entre 2013 e 2021, que caiu depois de uma forte tempestade no dia 26 de agosto de 2021. Imagens de espetáculos, público e experiências debaixo da lona são apresentadas, até que o circo voa, deixando em seu terreno o que restou destes mais de 26 anos de reinvenção do Teatro Popular de Ilhéus. De volta à carroça, o grupo voa para o sonho de construção de seu espaço, de seu teatro – ou re-teatro, ou teatro refeito. E os artistas põem mãos à obra para construir um espaço de afetos e sensibilidade, colocando na cena a memória recente da montagem de Sonho de uma noite de verão, interrompida pela pandemia.

 

O espetáculo-instalação “Sonhos – o que restou de nós depois da tempestade” é um experimento cênico que celebra o reencontro do Teatro Popular de Ilhéus com o público. A montagem tem dramaturgia e direção de Romualdo Lisboa e Luís Alonso-Aude. Composições e produção musical de Pablo Lisboa. Cenários, maquinaria, figurinos e adereços de Shicó do Mamulengo. No elenco, Tânia Barbosa, Iara Colina, Elisa Reichmann, Pablo Lisboa, Takaro Vítor e Aldenor Garcia. Iluminação e efeitos de Ely Izidro. Produção executiva de Rogério Matos.